Mais de 100 projetos acontecem em comunidades do Rio de Janeiro

 

A Colônia de Férias das UPPs oferece, até dia 30/1, atividades variadas a crianças de diversas comunidades pacificadas. Durante esta semana os PMs serão monitores dos jovens em passeios e recreações, promovendo integração entre Polícia e Comunidade.

As Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) da Rocinha, Fé/Sereno, Providência e Batan promovem colônias de férias gratuitas durante este mês, com o objetivo de promover a integração entre polícia e comunidade. Divididos em grupos, os jovens, entre 6 e 14 anos, realizam atividades educativas, culturais e recreativas, além de passeios monitorados pelos policiais militares. No último ano, 7.738 crianças, adolescentes, adultos e idosos foram beneficiados. Atualmente, 142 PMs desenvolvem 124 projetos.

– Os policiais que atuam nestes programas são voluntários. Eles fazem por amor e carinho. Isso é um diferencial para essas crianças e adolescentes. Ocupar a mente e ir além é o nosso lema – disse a assessora de Polícia de Proximidade, major Bianca da Silva.

Na UPP da Rocinha, a programação acontece até sexta-feira (13/1) e levará 30 crianças ao Museu Aeroespacial, Planetário da Gávea, Forte de Copacabana, Museu da Marinha, sede do Bope e Museu da Polícia. Estão previstas visitas também ao AquaRio, Corcovado e Pão de Açúcar. A UPP do Borel levará 140 crianças ao parque aquático Rio Water Planet.

A colônia de férias Amiguinhos da Paz, organizada pela UPP Fé/Sereno, acontece na sede da unidade entre 16 e 20 deste mês, com atividades e lanches para 50 crianças da comunidade. No dia 18, haverá curso de Stand Up Paddle, passeio de caiaque e trilha na Praia Vermelha; no dia 19, cinema; e em 20 de janeiro, passeio em parque de diversão.

Até o dia 20, a UPP da Providência promove passeios para a Praia Vermelha e cachoeiras do Horto. Na UPP Batan, as crianças visitaram o Jardim Botânico e participam de oficinas de cozinha. As atividades gastronômicas serão realizadas na própria UPP para 30 crianças até sexta-feira (13/1). O projeto conta com o apoio do Centro de Referência da Assistência Social (Cras) Dodô da Portela.

 

Texto: Fernanda Domingues

Foto: Maurício Pingo