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Pais e mães de alunos novos receberam orientações sobre cuidados de prevenção contra arboviroses (Crédito: André Gomes de Melo)

Recomendações sobre a prevenção de doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti seguem constantes no estado do Rio. Em 2018, a Secretaria de Estado de Saúde registrou mais de 39 mil casos de chikungunya e cerca de 2.400 casos de zyka.

Conscientes da importância de estender essa conscientização à comunidade onde está localizada, a direção do Espaço de Educação Infantil Vila do João aproveitou a reunião com os responsáveis dos 72 alunos novos, no fim de fevereiro, para orientar as famílias sobre os cuidados necessários para evitar a proliferação do mosquito na comunidade, além de reforçar a importância da vacinação das crianças nos primeiros anos de vida.

Jaqueline trabalha no posto de saúde da Vila do João há oito anos, mas agora, como enfermeira-chefe, conversou com os responsáveis sobre a importância do trabalho de imunização. Com materiais fornecidos pela Fiocruz, ela orientou 66 pais e mães de recém-matriculados. Na semana seguinte, foi a vez dos responsáveis dos demais alunos.

(Crédito: André Gomes de Melo)

A diretora Neide Fernandes também apresentou a equipe da creche aos responsáveis (Crédito: André Gomes de Melo)

“Falamos sobre arborviroses (doenças transmitídas por insetos e aracnídeos, como aranhas e carrapatos) e, para minha surpresa, pouquíssimas pessoas levantaram a mão. Momentos como esse (de conscientização de famílias) são muito importantes para orientações e esclarecimento de dúvidas, porque, por mais que as campanhas atinjam grande número de pessoas, vemos que ainda há muitas mais para alcançar”, conta a enfermeira.

Durante o encontro, no qual apresentou a equipe da creche e entregou a pais e mães dos novos alunos um parecer sobre a parceria no desenvolvimento da rotina das crianças no espaço, a diretora Neide Fernandes garantiu que os responsáveis se prontificaram a colaborar para a prevenção de epidemias na comunidade.

“Ações como essa são sempre válidas. Há casos em que os pais têm medo de vacinar e a criança ter alguma reação, mas a recomendação nesses casos é procurar o posto de saúde. A conscientização é importante não só para eles, mas também para nós, que trabalhamos essa temática com as crianças na parte pedagógica”, reforça.