Mãe do pequeno Alyson, de 3 anos, Juliana da Silva conta a importância do Espaço do Batan para seu filho

Batan

Com apenas dois meses, o pequeno Alyson Felipe enfrentou o primeiro desafio. Uma queda provocou uma fratura no fêmur. E além do tratamento, a recomendação dos médicos foi que o menino frequentasse uma creche para se desenvolver mais rapidamente.

A mãe do pequeno, Juliana da Silva, não pensou duas vezes, colocou o filho na lista para o Espaço de Educação Infantil do Batan, em Realengo, onde mora.

Quando chegou à creche, com apenas oito meses de idade, o desafio mudou. O menino, que é filho único, tinha que aprender a andar e a interagir com outras crianças. Hoje, dois anos mais tarde, Alyson já tem três anos, e Juliana ressalta a importância da creche do Batan para o bom desenvolvimento social e motor do filho.

– Logo que ele chegou à creche, percebi a diferença. Meu filho passou a desenvolver melhor, principalmente a fala e a coordenação motora. Gosto muito daqui, e o Alyson também adora. Todo dia ele chega com uma novidade – diz ela.

Além do contato com outras crianças, o que ajuda a desenvolver a sociabilidade, Juliana ressalta excelente trabalho prestado por todos os funcionários da creche do Batan.

– Não tenho do que reclamar. Meu filho não só aprende, bem como recebe muita atenção e carinho. Também sei que ele está seguro, quando está aqui. Já estou preocupada e sem saber o que fazer, quando ele tiver que sair da creche – completa Juliana, que atualmente cursa bacharelado de geografia.

Sobre as creches do RioSolidario

Última unidade a ser inaugurada pelo RioSolidario, atualmente, a creche do Batan oferece 210 vagas para crianças da comunidade, a partir dos quatro meses de idade. Ao todo, o espaço conta com 63 funcionários, a maioria também da comunidade.

Além do Batan, o RioSolidario mantém, em parceria com a Loteria do Estado do Rio de Janeiro (Loterj), outros dois Espaços de Educação Infantil (Vila do João e Cidade de Deus). As três creches funcionam em horário integral, das 7h às 18h30, e garantem desenvolvimento infantil, interação e educação psicopedagógica de cerca de 700 meninos e meninas. As unidades possibilitam ainda que pais e mães possam sair para trabalhar sem que os filhos não tenham onde passar o dia.

Texto: Gabriela Murno

Fotos: Bruno Itan