O passeio foi organizado pela Sequoia Fundation, parceira que oferece aulas de inglês nas 12 unidades da iniciativa

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A segunda-feira (12/12) foi muito especial para alunos, familiares e professores das Casas Futuro Agora de Campinho, Cordovil, Gardênia Azul, Manguariba, São João, Sepetiba e Urucânia. Em um dia de sol e calor, cerca de 20 jovens puderam conhecer o Cristo Redentor, em um passeio organizado pela Sequoia Fundation, instituição que oferece o curso EnglishWorks nas 12 unidades do projeto.

Além de conhecerem o cartão-postal do Rio de Janeiro e apreciarem a vista da cidade, os meninos e meninas também treinaram o que aprenderam nas aulas de inglês, que são voltadas para o setor turístico. Nem mesmo as nuvens que insistiam em encobrir a estátua e o forte calor desanimaram os alunos.

Igor Costa, de 11 anos, era um dos mais animados, antes mesmo da chegada ao Cristo Redentor. Ele já ensaiava com as professoras como seriam as entrevistas, no ponto de encontro no Largo do Machado. Depois do passeio, o jovem aprovou a experiência.

– Achei muito legal a oportunidade de conhecer o Cristo Redentor através da Casa Futuro Agora. Ainda pude treinar bastante o meu inglês, pois conversei com dois turistas gringos. Eles disseram que eu fui muito bem – disse orgulhoso. Há cinco meses Igor cursa inglês e audiovisual na unidade de Campinho.

Carlos Henrique Mitjans, aluno de inglês na Casa Futuro Agora de Cordovil, guardava na lembrança a única vez que foi ao Cristo Redentor e aproveitou a oportunidade de rever o ponto turístico.

– A vista é linda, apesar das nuvens. Adorei revisitar o Cristo. Já tinha ido, mas era muito pequeno – ressaltou Carlos Henrique, durante o almoço que encerrou o dia de passeio.

Sobre o projeto

Com aulas de inglês, informática, audiovisual e poesia falada, além de acesso liberado à internet, as 12 unidades do projeto Casa Futuro Agora são: Campinho, Cordovil, Gardênia Azul, Manguariba, Sepetiba, Urucânia, Morro dos Prazeres, São João, São Carlos, e Novo Degase Ilha, Bangu e Penha.

A iniciativa é financiada com recursos oriundos de acordo entre a Cedae e o Ministério Público do Trabalho (MPT-RJ), em ação trabalhista ajuizada pela instituição contra a companhia.

Texto: Gabriela Murno

Fotos: André Gomes de Melo