Além de informações sobre o câncer de mama, público foi orientado sobre violência doméstica e rede de proteção

OutubroRosa

A Subsecretaria de Políticas para as Mulheres da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos encerrou, nesta quarta-feira (26/10), a programação do Outubro Rosa, mobilização mundial organizada para estimular o compartilhamento de informações sobre o câncer de mama. A ação Por Elas na Luta Contra o Câncer de Mama, realizada na Central do Brasil, ofereceu diversos serviços para a população. O público foi orientado sobre a violência doméstica e a rede de proteção, e participou de oficina de beleza. Também foi realizada a aferição de pressão arterial e ensinadas algumas técnicas de primeiros socorros.

– É preciso informar a população feminina sobre seus direitos e, especialmente este mês, estamos tratando de um tema importante, que é o câncer de mama. Essa ação foi realizada em conjunto com diversos parceiros, como o Instituto Masan e a Cruz Vermelha, e com toda a equipe da subsecretaria, para alertar sobre a importância da prevenção – explicou Marizete Waineraich, subsecretária de Políticas para as Mulheres.

Joana Viegas, que trabalha como diarista, passava pela Central, viu os estandes e decidiu conversar com os profissionais que davam dicas sobre nutrição e beleza.

– Peguei dicas importantes – disse Joana Viegas, de 51 anos.

Itinerante

Este mês, o Ônibus Lilás, da subsecretaria e dos Centros Especializados de Atendimento à Mulher, esteve na Universidade Federal Rural e na Universidade do Estado do Rio (Uerj) para conscientizar as mulheres sobre violência doméstica.

Casa Abrigo

O RioSolidario mantém a Casa Abrigo Lar da Mulher, que funciona 24 horas, em local sigiloso no Rio de Janeiro, e serve de residência temporária, por até quatro meses, para mulheres vítimas de violência e seus filhos. Criado em 2007, o espaço tem como objetivo amparar, proteger e fortalecer essas mulheres e seus filhos, com assistência psicológica, social, hospitalar e jurídica.

A casa ainda oferece ações como grupos de reflexão, atividades lúdicas e de relaxamento, que ajudam as mulheres a reconstruírem seus laços familiares e de amizade, em geral, abalados após se afastarem de casa por medo do agressor.

Para serem encaminhadas ao abrigo, as mulheres passam por triagem nos Centros Especializados de Atendimento à Mulher, outros abrigos ou pela Central Judiciária de Abrigamento Provisório da Mulher Vítima de Violência (CEJUVIDA).

Texto: Divulgação

Fotos: Clarice Castro